sábado, 11 de setembro de 2010

Imagens de Itapuã



Turma: D
Girles Raiene

Vinicius de MoraesToquinho Tarde em Itapuã



http://www.youtube.com/watch?v=2dOafY5cEbk&feature=related

Turma C
Componente:
Gabriel Albuquerque
Jéssica Perez
Luciano Freitas
Ludimila Fabiana
Postado por Ademilde

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Caetano Veloso Itapuã Heineken Concerts 1995



http://www.youtube.com/watch?v=BF1PU4PiEWE

Turma C
Componente:
Gabriel Albuquerque
Jéssica Perez
Luciano Freitas
Ludimila Fabiana

Personalidades de Itapuã

Colégio Estadual Rotary
Grupo: Paloma Pimentel, Izabela Gomes, Jaqueline Dias e Verônica Trindade
Turma: 3° C


Personalidades de Itapuã

Dorival Caymmi
Dorival Caymmi (Salvador, 30 de abril de 1914 — Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2008) foi um cantor, compositor, violonista, pintor e ator brasileiro.
Compôs inspirado pelos hábitos, costumes e as tradições do povo baiano.[1] Tendo como forte influência a música negra, desenvolveu um estilo pessoal de compor e cantar, demonstrando espontaneidade nos versos, sensualidade e riqueza melódica. Morreu em 16 de agosto de 2008, aos 94 anos, em casa, às seis horas da manhã, por conta deinsuficiência renal e falência múltipla dos órgãos em consequência de um câncer renal que possuía há 9 anos..[2] Permanecia em internação domiciliar desde dezembro de 2007. Poeta popular, compôs obras como Saudade de Bahia, Samba da minha Terra, Doralice, Marina, Modinha para Gabriela, Maracangalha, Saudade de Itapuã, O Dengo que a Nega Tem, Rosa Morena.
Filho de Durval Henrique Caymmi e Aurelina Soares Caymmi, era casado com Adelaide Tostes, a cantora Stella Maris. Todos os seus três filhos são também cantores: Dori Caymmi, Danilo Caymmi e Nana Caymmi.[1]

Biografia
Caymmi era descendente de italianos pelo lado paterno, as gerações da Bahia começaram com o seu bisavô, que chegou ao Brasil para trabalhar no reparo do Elevador Lacerda[3] e cujo nome era grafado Caimmi. Ainda criança, iniciou sua atividade como músico, ouvindo parentes ao piano. Seu pai era funcionário público e músico amador, tocava, além de piano, violão e bandolim. A mãe, dona de casa, mestiça de portugueses e africanos, cantava apenas no lar. Ouvindo o fonógrafo e depois a vitrola, cresceu sua vontade de compor. Cantava, ainda menino, em um coro de igreja, como baixo-cantante. Com treze anos, interrompe os estudos e começa a trabalhar em uma redação de jornal O Imparcial, como auxiliar. Com o fechamento do jornal, em 1929, torna-se vendedor de bebidas.[3] Em 1930escreveu sua primeira música: 'No Sertão", e aos vinte anos estreou como cantor e violonista em programas da Rádio Clube da Bahia. Já em 1935, passou a apresentar o musical Caymmi e Suas Canções Praieiras. Com 22 anos, venceu, como compositor, o concurso de músicas de carnaval com o samba A Bahia também dá.[3] Gilberto Martins, um diretor da Rádio Clube da Bahia, o incentiva a seguir uma carreira no sul do país. Em abril de 1938, aos 23 anos, Dorival, viaja de ita (navio que cruza o norte até o sul do Brasil) para cidade do Rio de Janeiro, para conseguir um emprego como jornalista e realizar o curso preparatório deDireito.[3] Com a ajuda de parentes e amigos, fez alguns pequenos trabalhos na imprensa, exercendo a profissão no jornal Diários Associados, ainda assim, continuava a compor e a cantar. Conheceu, nessa época, Carlos Lacerda e Samuel Wainer.[3]
Foi apresentado ao diretor da Rádio Tupi, e, em 24 de junho de 1938, estreou na rádio cantando duas composições, embora ainda sem contrato. Saiu-se bem como calouro e iniciou a cantar dois dias por semana, além de participar do programa Dragão da Rua Larga. Neste programa, interpretou O Que é Que a Baiana Tem, composta em 1938. Com a canção, fez com que Carmen Miranda tivesse uma carreira no exterior, a partir do filme Banana da Terra, de 1938. Sua obra invoca principalmente a tragédia de negros e pescadores da Bahia: O Mar, História de Pescadores, É Doce Morrer no Mar, A Jangada Voltou Só, Canoeiro, Pescaria, entre outras.[1] Filho de santo de Mãe Menininha do Gantois, para quem escreveu em 1972 a canção em sua homenagem: "Oração de Mãe Menininha", gravado por grandes nomes como Gal Costa e Maria Bethânia.




Vinicius de Moraes

Na rua Carlos Drummond de Andrade, bairro de Itapuã, Salvador - Bahia / Brasil, próximo ao Farol, se encontra a Praça Vinícius de Moraes, com a famosa estátua em tamanho real do saudoso poeta e compositor. Mais o poeta não nasceu aqui em Salvador, e sim no Rio de Janeiro, porem ficou muito conhecido aqui através da música Tarde em Itapoá canta juntamente com Toquinho. A praça foi construída em sua homenagem, com uma área de 1.421,00 m² e conta com uma estátua em tamanho natural do poeta, sentado numa cadeira, apoiado numa mesa, enquanto a mão direita rabisca um caderno. Ao lado encontra-se uma cadeira vazia. Inaugurada no dia em que ele completaria 90 anos(19/10/83), a praça também conta com 10 totens de 0,90 x 1,60 m confeccionados em granito apicoado, onde estão gravadas em placas de aço inox coloridas as letras / textos do compositor. O autor da obra é o artista plástico de Rio das Contas (interior da Bahia) Juarez Paraíso, nascido em 1934, formado pela Escola de Belas Artes da Bahia.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

CAPOEIRA EM ITAPUÃ

CAPOEIRA EM ITAPUÃ


Mestre Paulo dos Anjos
José Paulo dos Anjos - Mestre Paulo dos Anjos, nasceu na cidade de Estância, Estado de Sergipe em 15 de agosto de 1936. Com cinco anos foi morar em Salvador, Bahia, na rua Ubaranas, onde pela primeira vez conheceu um capoeirista, Mestre Bimba.
Jovem, de origem humilde, lutador por natureza, resolveu deixar a Capoeira para lutar boxe. Mas seu coração já pertencia à Capoeira, e após alguns anos de pugilismo retornou à Academia de Mestre Canjiquinha, onde formou-se em 1957, tornando-se um de seus maiores discípulos. Mudou-se então para o km 17 em Itapuã, onde, em 1975, fundou a Associação de Capoeira Anjos de Angola. Até seu falecimento, vivia e possuía uma academia em Salvador, no Bairro da Paz (antiga Malvinas). Juntamente com Mestre João Pequeno e Mestre João Grande, era um dos maiores e mais tradicionais Mestres da Velha Guarda da Capoeira Angola da Bahia, bastando sua figura para evidenciar tal fato. Seu canto, comparado somente ao de nomes como Mestre Waldemar, Caiçara e Canjiquinha, era o melhor convite para uma boa roda de capoeira.


Em relevância ao crescimento da capoeira no bairro de Itapuã podemos citar o CECC ( Centro de Ensino Camugerê Capoeira).
Centro de Ensino Camugerê Capoeira deu inicio as suas atividades na noite do dia 15 de março de 2002 com um coquetel de lançamento no clube ASSALBA sob a direção do contramestre Tosta (Presidente ) tendo como convidados mestres, contramestes, professores, alunos formados, alunos, amigos, colaboradores do Grupo Camugerê. A partir desta data, o CECC foi ganhando proporções já esperadas pela sua diretoria, transformando a capoeira como uma fonte de trabalho e conquistando inúmeras instituições pela forma diferenciada de desenvolver suas apresentações, aulas infantis e adultas com uma metodologia diferenciada para cada faixa etária de idade, tornando-se assim um dos grupos mais conhecidos da Bahia.

Fonte: http://www.camugerecapoeira.com.br

Equipe 3º C
Cátia A. Santos
Davi Souza
Diego da Costa
Jéssica Feitosa
Laiane Nascimento





O Samba de roda é uma variante musical mais primitiva do samba, originário do estado brasileiro da Bahia, provavelmente no século XIX.
Em itapuã temos as Ganhadeiras.
As Ganhadeiras de Itapuã é um grupo cultural que foi constituído com a finalidade de resgatar as tradições culturais de Itapuã, especialmente para homenagear as antigas ganhadeiras da época em que o bairro ainda era uma pequena vila de pescadores.




Amália Pereira
Anamaria C. das Virgens
Cristiana S. dos Santos
Denise Galo
Eunice Jorge
Herondina dos Santos
Jaciara dos Santos
Maria dos Anjos
Maria Hermilina Dias



Maria Jaci dos Santos
Maria Lúcia P. das Virgens
Raimunda da Conceição
Raquel Pereira das Virgens
Silvana Dias
Tereza Conceição
Cristina de Lima
Verônica das Virgens

Equipe: 3º C
Eduardo Ferreira
Milene Borges
Rebeca de Castro

Música

o Abaeté tem uma lagoa escura
Arrodeada de areia branca
Ô de areia branca
Ô de areia branca
De manhã cedo
Se uma lavadeira
Vai lavar roupa no Abaeté
Vai se benzendo
Porque diz que ouve
Ouve a zoada
Do batucajé
O pescador
Deixa que seu filhinho
Tome jangada
Faça o que quisé
Mas dá pancada se o seu filhinho brinca
Perto da Lagoa do Abaeté
Do Abaeté
A noite tá que é um dia
Diz alguém olhando a lua
Pela praia as criancinhas
Brincam à luz do luar
O luar prateia tudo
Coqueiral, areia e mar
A gente imagina quanta a lagoa linda é
A lua se enamorando
Nas águas do Abaeté
Credo, Cruz
Te desconjuro
Quem falou de Abaeté
No Abaeté tem uma lagoa escura
Equipe:Alan da Silva, Cleber Araújo,Darlan Nunes, Edenilton Mota e Leonardo Teixeira
3º C