Colégio Estadual Rotary
Data: 08/07/2010
Profª Ademilde Menezes
Série: 3º B
Componentes: Brenda Veiga
Érica Ferreira
Flávia Lorena
Manuela Nascimento
Milena Leal
Suane Sousa
Projeto passar uma tarde em Itapuã
ITAPUÃ
Minha mulher não sabe, mas
... às vezes, vou sozinha à Itapuã
As vezes de dia,
Quando o sol faísca
sobre a espuma
Aqueles cardumes cintilantes,
Falsos peixinhos prateados,
Feito de luz
Outras vezes, de noite.
Digo que vou ao plantão
E lá vou eu prá Itapuã
A lua verte sobre as águas,
As comportas do seu clarão – e,
Mansa, passeia à tona,
Seu manto dourado e morno,
Tecido de serenidade e paz.
A brisa voa,
Diáfana gaivota,
Vem beijar-me sem decoro
E as pedras bramem,
Entre as ondas,
Como búzios
E conchas ressonantes
Um canto provocante de sereias.
Ouço a magia das fadas,
Vejo o vento sussurrar
Vem, poeta,
Vem comigo, sentir
O enlevo do mar
A sereia de pedra,
Da praia de Itapuã
A todo mundo
Graficamente saúda:
Bem-vindo,
Wellcome,
Bienvenuto,
Soyez
Bienvenu
Mas a mim,
Faceiramente me disse:
Eu não sou de pedra,
Isso é pura fantasia
E, garanto, me cantou!
Desde então eu volto lá –
Sinto um gozo de adultério,
Ouço a magia das fadas,
Vejo o vento sussurrar
Vem poeta,
Vem comigo,
Ter as sereias do mar.
Desde então eu volto lá.
Minha mulher não sabe...
Mas, às vezes,
Vou sozinho à Itapuã.
(Ernane Gusmão)
ABAETÉ
Magia, esplendor!
Mística crença
Bahia, Salvador!
Encanto, poesia;
Poesia e amor!
Místicos corações
Encantado encanto,
Já encantou!
Linda lenda!
Lago do amor!
Um índio chora
De tristeza e dor!
Chora por seu amor!
Densas águas!
Areia branca é tua cor!
Abaeté, lua cheia!
Teu romantismo
Conquistou-me!
Linda! Linda e bela!
És poesia e amor!
AMAR NO IGARAPÉ
Sentir o teu cheiro
misturado ao vento
que toca os meus cabelos
sentir nossos corpos roçarem na areia
sentir-me sereia
sentir teus beijos
com gosto de maresia
cheiro de poesia
sentir teu corpo colar no meu
tua boca
beijar meus seios
provocar meus desejos
explodindo de tesão,
emoção,
paixão,
amando no igarapé em Abaeté.
Bibliografia:
http://singrandohorizontes.wordpress.com/2010/06/10/ernane-gusmao-poemas-avulsos/
http://www.poemas-de-amor.net/amar_no_igarape
O presente blog é destinado aos alunos do 3º ano do ensino médio e tem o objetivo de ser uma ferramenta pedagógica na disciplina de História, auxiliando-os no processo de ensino-aprendizagem, partindo de uma visão interacionista. Neste espaço serão postadas atividades, programa do curso e de unidade, avisos, orientações, trabalhos realizados pelos alunos, dicas, etc. Os alunos poderão fazer comentários,críticas, reflexões e dar sugestões. Um abraço, Professora Ademilde
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Danças X grupos em Itapuã
Colégio Estadual Rotary
SÉRIE:3º TURMA: ___B___ ALUNAS: Camila Fernanda, Daniele, Kinda ,Ludmila, Maíra e Sterlane.
Dança X Grupos em Itapuã.
Originalmente um povoado de pescadores, onde foi erguida a igreja de Nossa Senhora da Conceição que, no sincretismo religioso, equivale a Iemanjá - objeto de culto e de festa que, originalmente, contava apenas com membros da comunidade local. Em meio a esse contexto marcado e ainda existente de varias manifestações culturais, Itapuã é um bairro de “vida própria” onde o papel da cultura é de extrema importância na vida social dos moradores.
“Nós estamos falando de um bairro, de Itapuã, que culturalmente é conhecido
mundialmente, que é cantado em versos e prosa” (Antônio Conceição, 45 anos).Morador.
Entre as manifestações culturais mais conhecidas estão o grupo As Ganhadeiras
de Itapuã, o bloco afro Malê Debalê, a Lavagem de Itapuã, a capoeira, a Festa da Baleia, o carnaval, o candomblé entre outros.
Vamos falar sobre algumas Manifestações do bairro:
As Ganhadeiras de Itapuã( ¹): é um grupo tradicional que foi constituído com a
finalidade de resgatar as antigas tradições do bairro de Itapuã, sobretudo, resgatar a história das antigas ganhadeiras da época em que o bairro ainda era uma pequena aldeia de pescadores, situada no litoral norte do município de Salvador.
O produto do trabalho do grupo é um belo espetáculo que envolve música (cantigas, cirandas e, principalmente, sambas de roda), dança e encenações teatrais. Estes elementos compõem a base do espetáculo que busca contar um pouco do que era o jeito de ser e de viver do itapuanzeiro.
O trabalho do grupo é mostrado em espetáculos públicos e no cortejo da tradicional lavagem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Itapuã, todo ano, como parte integrante do cortejo oficial da lavagem.
A Lavagem de Itapuã(² ): Esta festa compõe o ciclo festivo que antecede o Carnaval e é uma das mais antigas Festas Populares de Salvador.
Para quem não conhece, a Lavagem de Itapuã é um dos muitos eventos realizados em louvor a Nossa Senhora da Conceição de Itapuã. Este ciclo festivo tem início com uma novena seguindo-se de outras celebrações organizadas pela comunidade católica, como a procissão de Nossa Senhora da Conceição que percorre diversas ruas do bairro.
A lavagem das escadarias da igreja é uma manifestação do sincretismo religioso
da cidade, ressaltando a tentativa de afirmação de uma identidade afrobrasileira
no bairro reunindo católicos e adeptos dos cultos afro-brasileiros. Esta manifestação é característica da Bahia, ou seja, ocorre em diversas partes do estado, sendo que a Lavagem do Bonfim é a principal delas. São cultos folclóricos como Rodas de samba, Puxadas de Mastro, Capoeira etc.
Pontos negativos :Temos que ressaltar a importância como festa religiosa , que hoje em dia vai perdendo espaço para comemorações profanas, a partir da inserção do trio elétrico na festa. o “acontecer” dessas festas passou a ser marcado pela realização do lucro e pela possibilidade de diversão. Outro fator apontado que descaracteriza a festa é a presença da violência. (os trios já foram retirados da festa)
O Malê Debalê( ³): Um dos mais importantes blocos afros de Salvador, o Malê Debalê, nasceu nas areias do Abaeté, há mais de 20 anos. Antes de ser uma agremiação carnavalesca, o bloco possui um trabalho de resgate histórico e das tradições do candomblé, repassando a história do povo negro para os integrantes e toda a comunidade do bairro de Itapuã. O próprio nome Malê Debalê é uma referência à Revolta dos Malês, manifestação em prol da liberdade que aconteceu na Bahia escravocrata do início do século XIX. O levante dos Malês aconteceu na madrugada de 25 de janeiro de 1835, e só acabou depois de muitas horas de luta pelas ruas do centro de Salvador.
A entidade tem uma função social que vai além do colocar o bloco nas ruas a cada Carnaval. "Nos últimos sete anos conciliamos as atividades dos blocos com parcerias que envolvem a comunidade e com isso temos conseguido executar muitos dos programas do Malê", explica Cícero Antônio, diretor musical do Malê Debalê. São projetos como escolas de dança e de informática para a comunidade, cursos para formar lideranças, dentre outros. Cerca de 200 crianças com idade até 12 anos aprendem dança e percussão com professores voluntários no Malezinho. A entidade ainda encaminha jovens para cursos profissionalizantes no Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) e no Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia.
Associação Crianças Raízes do Abaeté (4) : A Associação Crianças Raízes do Abaeté, acolhe perspectivas de linguagens socioeducativas que afirmam a dinâmica sócio-histórica e cultural do bairro de Itapuã. A principal meta é legitimar aspectos fundamentais à compreensão do lugar, a saber: o espaço-tempo que inauguraram o bairro através da presença indígena e africana, os vínculos de sociabilidade através da pesca, referência original do modo de produção coletiva; a dimensão ético-estética da capoeira desdobramento da tradição africana.
Blibliografia e sites de pesquisa :
Perfil socioeconômico e cultural do bairro de itapuã Em salvador-ba , AFONSO Leonardo Dias e SERPA Angelo Szaniecki Perret
As ganhadeiras de Itapuã (estudo de caso): gênero, música e educação , TANAKA Harue , Universidade Federal da Bahia (UFBA)/Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Gênero; música educação não-formal/informal , ST - 22: Música e dança: percepções sobre as práticas musicais e/ou de dança e suas relações de
gênero.
http://www.overmundo.com.br/perfis/as-ganhadeiras-de-itapua
http://ganhadeirasdeitapua.blogspot.com/
http://www.boonic.com.br/enciclopediapt/218719/itapua-salvador.html
http://blogdoacra.blogspot.com/2010/05/itapua-minha-arkhe.html
http://revistaraiz.uol.com.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=908&Itemid=181
http://www.overmundo.com.br/guia/festa-da-lavagem-de-itapua-2008-salvador-ba
http://ibahia.globo.com/sosevenabahia/itapua.asp
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.atarde.com.br/arquivos/2008/12/68879.jpg&imgrefurl=http://www.atarde.com.br/fotos/index.jsf%3Fid%3D1040808%26foto%3D68346&usg=__YIJYLH0S1s9Cc05tWYq1peFFEeM=&h=425&w=650&sz=129&hl=pt-BR&start=97&tbnid=s4np_lXDFEka_M:&tbnh=141&tbnw=179&prev=/images%3Fq%3DDAN%25C3%2587A%2BEM%2BITAPU%25C3%2583%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26biw%3D1024%26bih%3D584%26tbs%3Disch:10%2C3368&um=1&itbs=1&iact=hc&vpx=644&vpy=312&dur=2164&hovh=181&hovw=278&tx=135&ty=103&ei=JmBXTOziN8T38AaLrdmgBA&page=8&ndsp=13&ved=1t:429,r:11,s:97&biw=1024&bih=584
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://mundoafro.atarde.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Male.jpg&imgrefurl=http://mundoafro.atarde.com.br/%3Fpaged%3D4&usg=__Qvf9fBfZthxLUkxHdsv2nBlVFCE=&h=250&w=355&sz=57&hl=pt-BR&start=13&tbnid=hJNgBin4bSGhTM:&tbnh=129&tbnw=181&prev=/images%3Fq%3DDAN%25C3%2587A%2BEM%2BITAPU%25C3%2583%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26biw%3D1024%26bih%3D584%26tbs%3Disch:10%2C440&um=1&itbs=1&iact=rc&dur=257&ei=pending&page=2&ndsp=14&ved=1t:429,r:1,s:13&tx=141&ty=35&biw=1024&bih=584
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SÉRIE:3º TURMA: ___B___ ALUNAS: Camila Fernanda, Daniele, Kinda ,Ludmila, Maíra e Sterlane.
Dança X Grupos em Itapuã.
Originalmente um povoado de pescadores, onde foi erguida a igreja de Nossa Senhora da Conceição que, no sincretismo religioso, equivale a Iemanjá - objeto de culto e de festa que, originalmente, contava apenas com membros da comunidade local. Em meio a esse contexto marcado e ainda existente de varias manifestações culturais, Itapuã é um bairro de “vida própria” onde o papel da cultura é de extrema importância na vida social dos moradores.
“Nós estamos falando de um bairro, de Itapuã, que culturalmente é conhecido
mundialmente, que é cantado em versos e prosa” (Antônio Conceição, 45 anos).Morador.
Entre as manifestações culturais mais conhecidas estão o grupo As Ganhadeiras
de Itapuã, o bloco afro Malê Debalê, a Lavagem de Itapuã, a capoeira, a Festa da Baleia, o carnaval, o candomblé entre outros.
Vamos falar sobre algumas Manifestações do bairro:
As Ganhadeiras de Itapuã( ¹): é um grupo tradicional que foi constituído com a
finalidade de resgatar as antigas tradições do bairro de Itapuã, sobretudo, resgatar a história das antigas ganhadeiras da época em que o bairro ainda era uma pequena aldeia de pescadores, situada no litoral norte do município de Salvador.
O produto do trabalho do grupo é um belo espetáculo que envolve música (cantigas, cirandas e, principalmente, sambas de roda), dança e encenações teatrais. Estes elementos compõem a base do espetáculo que busca contar um pouco do que era o jeito de ser e de viver do itapuanzeiro.
O trabalho do grupo é mostrado em espetáculos públicos e no cortejo da tradicional lavagem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Itapuã, todo ano, como parte integrante do cortejo oficial da lavagem.
A Lavagem de Itapuã(² ): Esta festa compõe o ciclo festivo que antecede o Carnaval e é uma das mais antigas Festas Populares de Salvador.
Para quem não conhece, a Lavagem de Itapuã é um dos muitos eventos realizados em louvor a Nossa Senhora da Conceição de Itapuã. Este ciclo festivo tem início com uma novena seguindo-se de outras celebrações organizadas pela comunidade católica, como a procissão de Nossa Senhora da Conceição que percorre diversas ruas do bairro.
A lavagem das escadarias da igreja é uma manifestação do sincretismo religioso
da cidade, ressaltando a tentativa de afirmação de uma identidade afrobrasileira
no bairro reunindo católicos e adeptos dos cultos afro-brasileiros. Esta manifestação é característica da Bahia, ou seja, ocorre em diversas partes do estado, sendo que a Lavagem do Bonfim é a principal delas. São cultos folclóricos como Rodas de samba, Puxadas de Mastro, Capoeira etc.
Pontos negativos :Temos que ressaltar a importância como festa religiosa , que hoje em dia vai perdendo espaço para comemorações profanas, a partir da inserção do trio elétrico na festa. o “acontecer” dessas festas passou a ser marcado pela realização do lucro e pela possibilidade de diversão. Outro fator apontado que descaracteriza a festa é a presença da violência. (os trios já foram retirados da festa)
O Malê Debalê( ³): Um dos mais importantes blocos afros de Salvador, o Malê Debalê, nasceu nas areias do Abaeté, há mais de 20 anos. Antes de ser uma agremiação carnavalesca, o bloco possui um trabalho de resgate histórico e das tradições do candomblé, repassando a história do povo negro para os integrantes e toda a comunidade do bairro de Itapuã. O próprio nome Malê Debalê é uma referência à Revolta dos Malês, manifestação em prol da liberdade que aconteceu na Bahia escravocrata do início do século XIX. O levante dos Malês aconteceu na madrugada de 25 de janeiro de 1835, e só acabou depois de muitas horas de luta pelas ruas do centro de Salvador.
A entidade tem uma função social que vai além do colocar o bloco nas ruas a cada Carnaval. "Nos últimos sete anos conciliamos as atividades dos blocos com parcerias que envolvem a comunidade e com isso temos conseguido executar muitos dos programas do Malê", explica Cícero Antônio, diretor musical do Malê Debalê. São projetos como escolas de dança e de informática para a comunidade, cursos para formar lideranças, dentre outros. Cerca de 200 crianças com idade até 12 anos aprendem dança e percussão com professores voluntários no Malezinho. A entidade ainda encaminha jovens para cursos profissionalizantes no Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) e no Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia.
Associação Crianças Raízes do Abaeté (4) : A Associação Crianças Raízes do Abaeté, acolhe perspectivas de linguagens socioeducativas que afirmam a dinâmica sócio-histórica e cultural do bairro de Itapuã. A principal meta é legitimar aspectos fundamentais à compreensão do lugar, a saber: o espaço-tempo que inauguraram o bairro através da presença indígena e africana, os vínculos de sociabilidade através da pesca, referência original do modo de produção coletiva; a dimensão ético-estética da capoeira desdobramento da tradição africana.
Blibliografia e sites de pesquisa :
Perfil socioeconômico e cultural do bairro de itapuã Em salvador-ba , AFONSO Leonardo Dias e SERPA Angelo Szaniecki Perret
As ganhadeiras de Itapuã (estudo de caso): gênero, música e educação , TANAKA Harue , Universidade Federal da Bahia (UFBA)/Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Gênero; música educação não-formal/informal , ST - 22: Música e dança: percepções sobre as práticas musicais e/ou de dança e suas relações de
gênero.
http://www.overmundo.com.br/perfis/as-ganhadeiras-de-itapua
http://ganhadeirasdeitapua.blogspot.com/
http://www.boonic.com.br/enciclopediapt/218719/itapua-salvador.html
http://blogdoacra.blogspot.com/2010/05/itapua-minha-arkhe.html
http://revistaraiz.uol.com.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=908&Itemid=181
http://www.overmundo.com.br/guia/festa-da-lavagem-de-itapua-2008-salvador-ba
http://ibahia.globo.com/sosevenabahia/itapua.asp
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Capoeira Itapuã
Camugerê Capoeira
O Centro de Ensino Camugerê Capoeira deu inicio as suas atividades na noite do dia 15 de março de 2002 com um coquetel de lançamento no clube ASSALBA sob a direção do contramestre Tosta (Presidente ) tendo como convidados mestres, contramestes, professores, alunos formados, alunos, amigos, colaboradores do Grupo Camugerê. A partir desta data, o CECC foi ganhando proporções já esperadas pela sua diretoria, transformando a capoeira como uma fonte de trabalho e conquistando inúmeras instituições pela forma diferenciada de desenvolver suas apresentações, aulas infantis e adultas com uma metodologia diferenciada para cada faixa etária de idade, tornando-se assim um dos grupos mais conhecidos da Bahia. Que desenvolve trabalho e diversas escolas publicas do bairro inclusive o Colegio Rotary.
Fonte: http://www.camugerecapoeira.com.br/
Vadiação Capoeira.
O grupo foi fundado em 22 de Abril de 2001, no Centro Esportivo e Cultural Armindo Biriba (sede do grupo) em Salvador, hoje o grupo tem filiais em cidades como Uruçuca, Itabuna, Piraí do Norte e Coração de Maria no estado da Bahia, Rio de Janeiro - RJ e em alguns Países como Estados Unidos, Japão, Romenia e Espanha. O grupo conta com uma equipe de Professores, Instrtores, Formados e Estagiários que estão responsáveis pelo desenvolvimento destes trabalhos em outras localidades sob a supervisão do Contra-Mestre André Biriba.
Fonte: http://vadiacaocapoeira.blogspot.com/
Jequitiba Capoeira.
Em março de 2003, após reunir-se com seus alunos mais velhos, João Oliveira Vieira Sobrinho, conhecido como Mestre Daiola, por motivos de crescimento profissional, decidiu fundar seu grupo de capoeira. Depois de muitas idéias em torno de um nome, no dia 27 de março, desse mesmo ano, numa grande roda, com a presença de convidados capoeiristas, oficializou-se o surgimento do grupo, que veio a se chamar, Associação Jequitibá Capoeira.
Fonte: http://jequitibacapoeira.blogspot.com/
Grupo Anjos de Angola
Criado em 1975,Mestre Paulo dos Anjos fundou a Associação de Capoeira Anjos de Angola.
Fonte: Ex-Membro do Grupo. Roberto dos Santos.
Grupo Ginga
O Grupo Ginga é hoje o mais antigo Grupo em atividade em Salvador, são 33 anos de muita luta e dedicação a arte. Seus fundadores Itapoan e Xaréu ministram cursos e realizam Palestras no Brasil e no Exterior regularmente. Com seus núcleos em Salvador ; Camaçari; Nova York; Dias D'Avila; Valéria e Siribinha.
Fonte: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=4512348
Naieco Capoeira
O Núcleo de Arte, Integração, Educação e Cultura Orierê - Capoeira (Naieco Capoeira) foi fundado por Moska com o intuito de repassar os ensinamentos que ele adquiriu ao longo de sua vida na capoeira, fundamentado na capoeira de Bimba e do nosso Mestre Dedé.
Moska é aluno do Mestre Dedé, do grupo Kilombolas, que foi aluno de Medicina-Raça, que foi aluno de Suassuna-Cordão de Ouro, que foi aluno do grande Mestre Bimba...
Hoje, estamos presente no Brasil e em kanazawa no Japão, mas temos como principal trabalho, o desenvolvido na comunidade de Itapuã, bairro de Salvador-Bahia
Fonte: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=4512348
Kirubê Capoeira
Criado pelo Mestre Orelha em 1991.
Fonte: Ex-Membro do Grupo. http://www.youtube.com/watch?v=pg8vHO9_yEs
Escola de Capoeira Regional Remanescentes
Escola de Capoeira Regional Remanescentes, criada em 28 de Julho de 2007. Com profissionais capacitados desenvolve trabalho de Capoeira em Salvador, Camaçari e no exterior na España, EUA, Alemanha. No estado da Bahia o trabalho é realizado em várias comunidades carentes, com pessoas que vivem em risco social.
Fonte: http://cabecaremanescentes.blogspot.com/
Alunos:
Rafael Macêdo
Raiza Caetano
Maiara Suzane
Vinicius Barbosa
Serie/Turma: 3ª B
Colegio Rotary.
O Centro de Ensino Camugerê Capoeira deu inicio as suas atividades na noite do dia 15 de março de 2002 com um coquetel de lançamento no clube ASSALBA sob a direção do contramestre Tosta (Presidente ) tendo como convidados mestres, contramestes, professores, alunos formados, alunos, amigos, colaboradores do Grupo Camugerê. A partir desta data, o CECC foi ganhando proporções já esperadas pela sua diretoria, transformando a capoeira como uma fonte de trabalho e conquistando inúmeras instituições pela forma diferenciada de desenvolver suas apresentações, aulas infantis e adultas com uma metodologia diferenciada para cada faixa etária de idade, tornando-se assim um dos grupos mais conhecidos da Bahia. Que desenvolve trabalho e diversas escolas publicas do bairro inclusive o Colegio Rotary.
Fonte: http://www.camugerecapoeira.com.br/
Vadiação Capoeira.
O grupo foi fundado em 22 de Abril de 2001, no Centro Esportivo e Cultural Armindo Biriba (sede do grupo) em Salvador, hoje o grupo tem filiais em cidades como Uruçuca, Itabuna, Piraí do Norte e Coração de Maria no estado da Bahia, Rio de Janeiro - RJ e em alguns Países como Estados Unidos, Japão, Romenia e Espanha. O grupo conta com uma equipe de Professores, Instrtores, Formados e Estagiários que estão responsáveis pelo desenvolvimento destes trabalhos em outras localidades sob a supervisão do Contra-Mestre André Biriba.
Fonte: http://vadiacaocapoeira.blogspot.com/
Jequitiba Capoeira.
Em março de 2003, após reunir-se com seus alunos mais velhos, João Oliveira Vieira Sobrinho, conhecido como Mestre Daiola, por motivos de crescimento profissional, decidiu fundar seu grupo de capoeira. Depois de muitas idéias em torno de um nome, no dia 27 de março, desse mesmo ano, numa grande roda, com a presença de convidados capoeiristas, oficializou-se o surgimento do grupo, que veio a se chamar, Associação Jequitibá Capoeira.
Fonte: http://jequitibacapoeira.blogspot.com/
Grupo Anjos de Angola
Criado em 1975,Mestre Paulo dos Anjos fundou a Associação de Capoeira Anjos de Angola.
Fonte: Ex-Membro do Grupo. Roberto dos Santos.
Grupo Ginga
O Grupo Ginga é hoje o mais antigo Grupo em atividade em Salvador, são 33 anos de muita luta e dedicação a arte. Seus fundadores Itapoan e Xaréu ministram cursos e realizam Palestras no Brasil e no Exterior regularmente. Com seus núcleos em Salvador ; Camaçari; Nova York; Dias D'Avila; Valéria e Siribinha.
Fonte: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=4512348
Naieco Capoeira
O Núcleo de Arte, Integração, Educação e Cultura Orierê - Capoeira (Naieco Capoeira) foi fundado por Moska com o intuito de repassar os ensinamentos que ele adquiriu ao longo de sua vida na capoeira, fundamentado na capoeira de Bimba e do nosso Mestre Dedé.
Moska é aluno do Mestre Dedé, do grupo Kilombolas, que foi aluno de Medicina-Raça, que foi aluno de Suassuna-Cordão de Ouro, que foi aluno do grande Mestre Bimba...
Hoje, estamos presente no Brasil e em kanazawa no Japão, mas temos como principal trabalho, o desenvolvido na comunidade de Itapuã, bairro de Salvador-Bahia
Fonte: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=4512348
Kirubê Capoeira
Criado pelo Mestre Orelha em 1991.
Fonte: Ex-Membro do Grupo. http://www.youtube.com/watch?v=pg8vHO9_yEs
Escola de Capoeira Regional Remanescentes
Escola de Capoeira Regional Remanescentes, criada em 28 de Julho de 2007. Com profissionais capacitados desenvolve trabalho de Capoeira em Salvador, Camaçari e no exterior na España, EUA, Alemanha. No estado da Bahia o trabalho é realizado em várias comunidades carentes, com pessoas que vivem em risco social.
Fonte: http://cabecaremanescentes.blogspot.com/
Alunos:
Rafael Macêdo
Raiza Caetano
Maiara Suzane
Vinicius Barbosa
Serie/Turma: 3ª B
Colegio Rotary.
Festas Populares
Festas Populares
REVEILLÓN
31 de dezembro
Salvador e interior do Estado
Celebrações em muitas residências, hotéis, barracas de praia e nas ruas e praças, com caráter carnavalesco, que se estendem pela madrugada do dia 1°. Além disso, inúmeras pessoas costumam “virar” o ano nas praias, oferecendo flores, presentes e preces à Rainha das Águas – Iemanjá.
CELEBRAÇÃO DA REVOLTA DOS MALÊS
25 de janeiro
Salvador – Itapuã
Festa em homenagem à Revolta dos Malês (movimento histórico de levante de negros de tradição islâmica escravizados na Bahia). Na Lagoa do Abaeté.
LAVAGEM DE ITAPUÃ
12 de fevereiro
Salvador – Itapuã
Festa tradicional, com missa, alvorada de fogos e um cortejo de baianas que sai das proximidades da Praia de Placaford, acompanhado por batucadas e blocos. Seguem até a Igreja onde acontece a lavagem da escadaria. Ocorre na quinta-feira subseqüente à Lavagem do Bonfim.
Bibliografia: http://www.visiteabahia.com.br/visite/salvador/cultural/festaspopulares/iindex.php?id=19
Aluno: Thiago Alves Soares Turma: 3ºB
REVEILLÓN
31 de dezembro
Salvador e interior do Estado
Celebrações em muitas residências, hotéis, barracas de praia e nas ruas e praças, com caráter carnavalesco, que se estendem pela madrugada do dia 1°. Além disso, inúmeras pessoas costumam “virar” o ano nas praias, oferecendo flores, presentes e preces à Rainha das Águas – Iemanjá.
CELEBRAÇÃO DA REVOLTA DOS MALÊS
25 de janeiro
Salvador – Itapuã
Festa em homenagem à Revolta dos Malês (movimento histórico de levante de negros de tradição islâmica escravizados na Bahia). Na Lagoa do Abaeté.
LAVAGEM DE ITAPUÃ
12 de fevereiro
Salvador – Itapuã
Festa tradicional, com missa, alvorada de fogos e um cortejo de baianas que sai das proximidades da Praia de Placaford, acompanhado por batucadas e blocos. Seguem até a Igreja onde acontece a lavagem da escadaria. Ocorre na quinta-feira subseqüente à Lavagem do Bonfim.
Bibliografia: http://www.visiteabahia.com.br/visite/salvador/cultural/festaspopulares/iindex.php?id=19
Aluno: Thiago Alves Soares Turma: 3ºB
Historia de Itapuã
Historia de Itapuã
Em Tupi Guarani, Itapuã quer dizer "pedra que ronca". Conta a história que uma pedra roncava, na praia de Itapoã, sempre que a maré estava vazante e isso acabou dando origem ao nome ao bairro, um dos mais famosos de Salvador. No início da década de 50, Itapuã era apenas uma colônia de pescadores em uma região afastada do centro de Salvador. A praia passou a ser ponto de veraneio predileto dos soteropolitanos e hoje é um dos bairros mais populosos e populares da capital baiana. O pescador Nelson dos Santos, 54 anos, acompanhou toda essa mudança. "Eu sou filho do Rio Vermelho, mas já faz 40 anos que estou em Itapuã, lugar que escolhi para morar por causa do mar ser cheio de peixe, e pescar é minha vida, isso dá tranqüilidade. Hoje em dia está tudo diferente, mas daqui não saio nem morto, tem até cemitério aqui perto!", conta Pai Véio, como é conhecido.

Se nos dias atuais a tranqüilidade dos tempos passados já não existe mais, a urbanização não substituiu o encanto e o romantismo de Itapuã. "Aqui ainda é um pouco o bairro do interior, onde as pessoas se sentam na calçada para ver o fim de tarde e têm todo um jeito itapoanzeiro de ser", brinca Cícero Silva, morador do bairro, que escolheu justamente por esse motivo, há quase dez anos. Ainda vale e vai valer em qualquer tempo, seguir o conselho dado em 1969 na canção composta por Toquinho e Vinícius de Moraes: colocar um velho calção de banho e passar uma tarde ao sol que arde em Itapuã. E a labuta dos pescadores no mar ainda é espetáculo de manhã cedo e nos fins de tarde. A Colônia Z-6 tem 2.800 pescadores cadastrados, que tiram do mar o sustento para a família. Por tudo isso, embora o cenário que inspirou tantos poetas tenha mudado bastante, Itapuã continua o lugar perfeito para falar de amor. Ou, para quem está longe, lembrar saudoso como Dorival Caymmi, em Saudade de Itapuã "Coqueiro de Itapuã - coqueiro! Areia de Itapuã - areia! Morena de Itapuã - morena! Saudade de Itapuã - me deixa!".

Os distantes 21 quilômetros que separam Itapuã do centro de Salvador já não são mais percebidos depois da estrada de asfalto que liga toda a orla de Salvador. A paisagem composta de outras belas praias ajuda o passageiro a não sentir a viagem: Barra, Ondina, Rio Vermelho, Amaralina, Pituba, Chega Negro, Armação, Itapuã. Chegando lá, o visitante encontra uma boa infra-estrutura em hotéis e pousadas. Os moradores lotam as barracas de petiscos à beira-mar, muito movimentadas nos fins-de-semana. Localizada numa espécie de enseada de águas claras, Itapuã tem o mar calmo e areias enfeitadas por coqueiros. E tem coisas que só acontecem lá. Segunda- feira, por exemplo, é dia de reunir os times de futebol da vizinhança para aquele show de bola. O tradicional Baba da Ressaca reúne, logo na manhã seguinte ao agitado domingo, jogadores selecionados entre os moradores do bairro, sendo mais um ponto de encontro da comunidade do bairro. Os times se enfrentam na Associação dos ex-combatentes para curar a ressaca de domingo.

Lá também fica a Capela de São Francisco, uma das mais antigas construções da Bahia, erguida por ordem de Francisco Dias D'Avila, Senhor da Torre, para abrigar a imagem de Santo Antônio Argoin. A Lavagem de Itapuã, a última do ciclo de festas populares da Bahia antes do Carnaval, é uma homenagem à Nossa Senhora da Conceição, padroeira do bairro. A praça mais famosa chama-se Dorival Caymmi, também nome de uma das principais avenidas. Um outro point famoso fica no Largo de Itapuã: a barraca de Cira, famosa baiana de acarajé, atrai muitos turistas, artistas, políticos e gente da terra. Itapuã é emoldurada ainda por belas praias, o Farol de listras vermelhas e a famosa Lagoa do Abaeté.
Dentre as várias lendas e histórias fantásticas que ajudam a contar a história do bairro, ainda lembradas nas prosas dos pescadores e moradores mais antigos, está uma que teria acontecido na década de 40. Dizem que cerca de 15 mil homens desembarcaram de navios ingleses, neste trecho do litoral baiano, para escapar da artilharia alemã. Quando passou o perigo, alguns marujos retornaram ao mar, mas cerca de 200 deles se recusaram a deixar o local. Afinal, estavam diante de um verdadeiro "paraíso perdido".

Abaeté
A noite tá que é um dia
Diz alguém olhando a lua
Pela praia as criancinhas
Brincam à luz do luar
O luar prateia tudo
Coqueiral, areia e mar
A gente imagina quanto
A lagoa linda é
A lua se namorando
Nas águas de Abaeté
(Dorival Caymmi - "A Lenda do Abaeté")
A lagoa de água escura cercada de dunas de areia branca, imortalizada pelas canções de Dorival Caymmi, é a grande atração de Itapoã. Um dos mais conhecidos cartões-postais da cidade, a Lagoa do Abaeté resulta do represamento de antigos rios que corriam na região e do acúmulo de água de chuva. Uma curiosidade é que a água tem temperatura diferente em vários trechos, resultante de correntes que não se misturam. A profundidade chega aos cinco metros, e a coloração escura é determinada pelos minerais e microorganismos presentes em toda a extensão da lagoa. As dunas são formadas pelo acúmulo de areia vinda da Praia de Itapoã e adjacências foram emolduradas, com o passar do tempo, por cobertura vegetal. Essa vegetação desempenha um importante papel na preservação da flora local, e entre as espécies mais encontradas estão orquídeas (algumas de espécies raras) e árvores frutíferas, como goiabeiras e cajueiros. A área de Proteção Ambiental desde 1987, é um dos maiores centros de lazer ecológico do Nordeste.

O Parque do Abaeté ocupa uma área de 400 hectares, e desde que foi criado, em 1993, passou a ser um importante pólo de lazer ecológico de Salvador. A área urbanizada, quase metade do total do parque, reúne atrativos, naturais e culturais, como Casa da Música, lanchonetes, restaurantes, lojas de artesanato, playground e 17 quiosques para a venda de coco e de comidas típicas. Na Casa da Música da Bahia estão reunidos documentos que contam a história da música baiana, em acervos de música, vídeo, fotos, livros e instrumentos musicais. Logo na entrada quem recebe os visitantes é a "fobica", utilizada por Dodô e Osmar na criação do trio elétrico, decorada como na época.
Tem também a Casa das Lavadeiras, uma iniciativa para evitar a poluição da água com lavagem de roupa sem retirar do local as mulheres que há anos sustentam as famílias usando a água da lagoa. Para tornar a labuta menos árdua, as lavadeiras costumam cantar e organizam festas religiosas. O Abaeté é, inclusive, porto de diversas manifestações de cultos afro-baianos, que utilizam o local para deixar oferendas a Oxum, o orixá da água doce. E palco de lendas também: uma delas conta que, às margens da lagoa, é possível ouvir sons de atabaques de candomblé sem que se identifique sua origem. Um resgate dessas lendas foi feito a partir de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Salvador e o bloco afro Malê Debalê. Estudantes entrevistaram lavadeiras, moradores e pescadores do bairro e escreveram o livro Lendas e magias da Lagoa do Abaeté, que está sendo utilizado como material didático na rede pública de ensino. Esse é apenas um dos projetos de resgate da história do bairro, já está em fase de preparação a próxima publicação: História de Pescadores.
Lagoa do Malê
Um dos mais importantes blocos afros de Salvador, o Malê Debalê, nasceu nas areias do Abaeté, há mais de 20 anos. Antes de ser uma agremiação carnavalesca, o bloco possui um trabalho de resgate histórico e das tradições do candomblé, repassando a história do povo negro para os integrantes e toda a comunidade do bairro de Itapoã. O próprio nome Malê Debalê é uma referência à Revolta dos Malês, manifestação em prol da liberdade que aconteceu na Bahia escravocrata do início do século XIX. O levante dos Malês aconteceu na madrugada de 25 de janeiro de 1835, e só acabou depois de muitas horas de luta pelas ruas do centro de Salvador.
A entidade tem uma função social que vai além do colocar o bloco nas ruas a cada Carnaval. "Nos últimos sete anos conciliamos as atividades dos blocos com parcerias que envolvem a comunidade e com isso temos conseguido executar muitos dos programas do Malê", explica Cícero Antônio, diretor musical do Malê Debalê. São projetos como escolas de dança e de informática para a comunidade, cursos para formar lideranças, dentre outros. Cerca de 200 crianças com idade até 12 anos aprendem dança e percussão com professores voluntários no Malezinho. A entidade ainda encaminha jovens para cursos profissionalizantes no Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) e no Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia.

Colégio Estadual Rotary
Equipe: Letícia Alcantara, Tatiane Ferreira, Jailson Matos e Franciele de Jesus. 3º B
Em Tupi Guarani, Itapuã quer dizer "pedra que ronca". Conta a história que uma pedra roncava, na praia de Itapoã, sempre que a maré estava vazante e isso acabou dando origem ao nome ao bairro, um dos mais famosos de Salvador. No início da década de 50, Itapuã era apenas uma colônia de pescadores em uma região afastada do centro de Salvador. A praia passou a ser ponto de veraneio predileto dos soteropolitanos e hoje é um dos bairros mais populosos e populares da capital baiana. O pescador Nelson dos Santos, 54 anos, acompanhou toda essa mudança. "Eu sou filho do Rio Vermelho, mas já faz 40 anos que estou em Itapuã, lugar que escolhi para morar por causa do mar ser cheio de peixe, e pescar é minha vida, isso dá tranqüilidade. Hoje em dia está tudo diferente, mas daqui não saio nem morto, tem até cemitério aqui perto!", conta Pai Véio, como é conhecido.
Se nos dias atuais a tranqüilidade dos tempos passados já não existe mais, a urbanização não substituiu o encanto e o romantismo de Itapuã. "Aqui ainda é um pouco o bairro do interior, onde as pessoas se sentam na calçada para ver o fim de tarde e têm todo um jeito itapoanzeiro de ser", brinca Cícero Silva, morador do bairro, que escolheu justamente por esse motivo, há quase dez anos. Ainda vale e vai valer em qualquer tempo, seguir o conselho dado em 1969 na canção composta por Toquinho e Vinícius de Moraes: colocar um velho calção de banho e passar uma tarde ao sol que arde em Itapuã. E a labuta dos pescadores no mar ainda é espetáculo de manhã cedo e nos fins de tarde. A Colônia Z-6 tem 2.800 pescadores cadastrados, que tiram do mar o sustento para a família. Por tudo isso, embora o cenário que inspirou tantos poetas tenha mudado bastante, Itapuã continua o lugar perfeito para falar de amor. Ou, para quem está longe, lembrar saudoso como Dorival Caymmi, em Saudade de Itapuã "Coqueiro de Itapuã - coqueiro! Areia de Itapuã - areia! Morena de Itapuã - morena! Saudade de Itapuã - me deixa!".
Os distantes 21 quilômetros que separam Itapuã do centro de Salvador já não são mais percebidos depois da estrada de asfalto que liga toda a orla de Salvador. A paisagem composta de outras belas praias ajuda o passageiro a não sentir a viagem: Barra, Ondina, Rio Vermelho, Amaralina, Pituba, Chega Negro, Armação, Itapuã. Chegando lá, o visitante encontra uma boa infra-estrutura em hotéis e pousadas. Os moradores lotam as barracas de petiscos à beira-mar, muito movimentadas nos fins-de-semana. Localizada numa espécie de enseada de águas claras, Itapuã tem o mar calmo e areias enfeitadas por coqueiros. E tem coisas que só acontecem lá. Segunda- feira, por exemplo, é dia de reunir os times de futebol da vizinhança para aquele show de bola. O tradicional Baba da Ressaca reúne, logo na manhã seguinte ao agitado domingo, jogadores selecionados entre os moradores do bairro, sendo mais um ponto de encontro da comunidade do bairro. Os times se enfrentam na Associação dos ex-combatentes para curar a ressaca de domingo.
Lá também fica a Capela de São Francisco, uma das mais antigas construções da Bahia, erguida por ordem de Francisco Dias D'Avila, Senhor da Torre, para abrigar a imagem de Santo Antônio Argoin. A Lavagem de Itapuã, a última do ciclo de festas populares da Bahia antes do Carnaval, é uma homenagem à Nossa Senhora da Conceição, padroeira do bairro. A praça mais famosa chama-se Dorival Caymmi, também nome de uma das principais avenidas. Um outro point famoso fica no Largo de Itapuã: a barraca de Cira, famosa baiana de acarajé, atrai muitos turistas, artistas, políticos e gente da terra. Itapuã é emoldurada ainda por belas praias, o Farol de listras vermelhas e a famosa Lagoa do Abaeté.
Dentre as várias lendas e histórias fantásticas que ajudam a contar a história do bairro, ainda lembradas nas prosas dos pescadores e moradores mais antigos, está uma que teria acontecido na década de 40. Dizem que cerca de 15 mil homens desembarcaram de navios ingleses, neste trecho do litoral baiano, para escapar da artilharia alemã. Quando passou o perigo, alguns marujos retornaram ao mar, mas cerca de 200 deles se recusaram a deixar o local. Afinal, estavam diante de um verdadeiro "paraíso perdido".
Abaeté
A noite tá que é um dia
Diz alguém olhando a lua
Pela praia as criancinhas
Brincam à luz do luar
O luar prateia tudo
Coqueiral, areia e mar
A gente imagina quanto
A lagoa linda é
A lua se namorando
Nas águas de Abaeté
(Dorival Caymmi - "A Lenda do Abaeté")
A lagoa de água escura cercada de dunas de areia branca, imortalizada pelas canções de Dorival Caymmi, é a grande atração de Itapoã. Um dos mais conhecidos cartões-postais da cidade, a Lagoa do Abaeté resulta do represamento de antigos rios que corriam na região e do acúmulo de água de chuva. Uma curiosidade é que a água tem temperatura diferente em vários trechos, resultante de correntes que não se misturam. A profundidade chega aos cinco metros, e a coloração escura é determinada pelos minerais e microorganismos presentes em toda a extensão da lagoa. As dunas são formadas pelo acúmulo de areia vinda da Praia de Itapoã e adjacências foram emolduradas, com o passar do tempo, por cobertura vegetal. Essa vegetação desempenha um importante papel na preservação da flora local, e entre as espécies mais encontradas estão orquídeas (algumas de espécies raras) e árvores frutíferas, como goiabeiras e cajueiros. A área de Proteção Ambiental desde 1987, é um dos maiores centros de lazer ecológico do Nordeste.
O Parque do Abaeté ocupa uma área de 400 hectares, e desde que foi criado, em 1993, passou a ser um importante pólo de lazer ecológico de Salvador. A área urbanizada, quase metade do total do parque, reúne atrativos, naturais e culturais, como Casa da Música, lanchonetes, restaurantes, lojas de artesanato, playground e 17 quiosques para a venda de coco e de comidas típicas. Na Casa da Música da Bahia estão reunidos documentos que contam a história da música baiana, em acervos de música, vídeo, fotos, livros e instrumentos musicais. Logo na entrada quem recebe os visitantes é a "fobica", utilizada por Dodô e Osmar na criação do trio elétrico, decorada como na época.
Tem também a Casa das Lavadeiras, uma iniciativa para evitar a poluição da água com lavagem de roupa sem retirar do local as mulheres que há anos sustentam as famílias usando a água da lagoa. Para tornar a labuta menos árdua, as lavadeiras costumam cantar e organizam festas religiosas. O Abaeté é, inclusive, porto de diversas manifestações de cultos afro-baianos, que utilizam o local para deixar oferendas a Oxum, o orixá da água doce. E palco de lendas também: uma delas conta que, às margens da lagoa, é possível ouvir sons de atabaques de candomblé sem que se identifique sua origem. Um resgate dessas lendas foi feito a partir de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Salvador e o bloco afro Malê Debalê. Estudantes entrevistaram lavadeiras, moradores e pescadores do bairro e escreveram o livro Lendas e magias da Lagoa do Abaeté, que está sendo utilizado como material didático na rede pública de ensino. Esse é apenas um dos projetos de resgate da história do bairro, já está em fase de preparação a próxima publicação: História de Pescadores.
Lagoa do Malê
Um dos mais importantes blocos afros de Salvador, o Malê Debalê, nasceu nas areias do Abaeté, há mais de 20 anos. Antes de ser uma agremiação carnavalesca, o bloco possui um trabalho de resgate histórico e das tradições do candomblé, repassando a história do povo negro para os integrantes e toda a comunidade do bairro de Itapoã. O próprio nome Malê Debalê é uma referência à Revolta dos Malês, manifestação em prol da liberdade que aconteceu na Bahia escravocrata do início do século XIX. O levante dos Malês aconteceu na madrugada de 25 de janeiro de 1835, e só acabou depois de muitas horas de luta pelas ruas do centro de Salvador.
A entidade tem uma função social que vai além do colocar o bloco nas ruas a cada Carnaval. "Nos últimos sete anos conciliamos as atividades dos blocos com parcerias que envolvem a comunidade e com isso temos conseguido executar muitos dos programas do Malê", explica Cícero Antônio, diretor musical do Malê Debalê. São projetos como escolas de dança e de informática para a comunidade, cursos para formar lideranças, dentre outros. Cerca de 200 crianças com idade até 12 anos aprendem dança e percussão com professores voluntários no Malezinho. A entidade ainda encaminha jovens para cursos profissionalizantes no Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) e no Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia.
Colégio Estadual Rotary
Equipe: Letícia Alcantara, Tatiane Ferreira, Jailson Matos e Franciele de Jesus. 3º B
POESIA E MÚSICA
Colégio Estadual Rotary
Alunos: Thais Conceição, Paloma Santos, Amanda Baracho, Robson Bomfim, Gabriela e Bruna Figueredo.
Série: 3ª A
Dorival Caymmi
Promessa de Pescador
Alodé Iemanjá odoiá!
Alodé Iemanjá odoiá!
Senhora que é das águas
Tome conta de meu filho
Que eu também já fui do mar
Hoje tou velho acabado
Nem no remo sei pegar...
Tome conta de meu filho
Que eu também já fui do mar
Alodé Iemanjá odoiá!
Alodé Iemanjá odoiá!
Quando chegar o seu dia
Pescador véio promete
Pescador vai lhe levar
Um presente bem bonito
Para dona Iemanjá...
Filho seu é quem carrega
Desde terra inté o mar
Alodé Iemanjá odoiá!
Alodé Iemanjá odoiá
Saudades de Itapoã
Dorival Caymmi
Coqueiro de Itapoã, coqueiro
Areia de Itapoã, areia
Morena de Itapoã, morena
Saudade de Itapoã me deixa
Oh vento que faz cantiga nas folhas
No alto dos coqueirais
Oh vento que ondula as águas
Eu nunca tive saudade igual
Me traga boas notícias daquela terra toda manhã
E joga uma flor no colo de uma morena de Itapoã
Coqueiro de Itapoã, coqueiro
Areia de Itapoã, areia
Morena de Itapoã, morena
Saudade de Itapoã me deixa
Me deixa, me deixa..
Ernane GusmãoItapuã
Minha mulher não sabe , mas
...às vezes,vou sòzinho a ItapuãÀs vezes de dia,quando o sol faísca
sobre a espumaAqueles cardumes cintilantes,falsos peixinhos prateados,feitos de luzOutras vezes, de noite.Digo que vou ao plantãoE lá vou eu prá Itapuã A Lua verte sobre as águas,as comportas do seu clarão - e,mansa, passeia à tona,seu manto dourado e morno,tecido de serenidade e paz A brisa vôa,diáfana gaivota,vem beijar-me sem decoroE as pedras bramem ,entre as ondas,como búzios e conchas ressonantesUm canto provocante de sereias. Ouço a magia das fadas,vejo o vento sussurrarVem,poeta,vem comigo,sentir o enlevo do mar A sereia de pedra,da praia de Itapuã A todo mundo graficamente saúda:bem-vindo,wellcome,bienvenuto,soyez bienvenu Mas a mim,
faceiramente me disse:eu não sou de pedra,isso é pura fantasiaE,garanto,me cantou! Desde então eu volto lá –sinto um gozo de adultério,ouço a magia das fadas,vejo o vento sussurrarVem poeta,vem comigo,ter as sereias do mar. Desde então eu volto lá.Minha mulher não sabe...Mas,às vezes,vou sòzinho a Itapuã.
Vinicius De Morais
Passar uma tarde em itapuã
Um velho calção de banho
O dia pra vadiar
Um mar que não tem tamanho
E um arco-íris no ar
Depois na praça Caymmi
Sentir preguiça no corpo
E numa esteira de vime
Beber uma água de coco
É bom
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã
Enquanto o mar inaugura
Um verde novinho em folha
Argumentar com doçura
Com uma cachaça de rolha
E com o olhar esquecido
No encontro de céu e mar
Bem devagar ir sentindo
A terra toda a rodar
É bom
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã
Depois sentir o arrepio
Do vento que a noite traz
E o diz-que-diz-que macio
Que brota dos coqueirais
E nos espaços serenos
Sem ontem nem amanhã
Dormir nos braços morenos
Da lua de Itapuã
É bom
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã
Alunos: Thais Conceição, Paloma Santos, Amanda Baracho, Robson Bomfim, Gabriela e Bruna Figueredo.
Série: 3ª A
Dorival Caymmi
Promessa de Pescador
Alodé Iemanjá odoiá!
Alodé Iemanjá odoiá!
Senhora que é das águas
Tome conta de meu filho
Que eu também já fui do mar
Hoje tou velho acabado
Nem no remo sei pegar...
Tome conta de meu filho
Que eu também já fui do mar
Alodé Iemanjá odoiá!
Alodé Iemanjá odoiá!
Quando chegar o seu dia
Pescador véio promete
Pescador vai lhe levar
Um presente bem bonito
Para dona Iemanjá...
Filho seu é quem carrega
Desde terra inté o mar
Alodé Iemanjá odoiá!
Alodé Iemanjá odoiá
Saudades de Itapoã
Dorival Caymmi
Coqueiro de Itapoã, coqueiro
Areia de Itapoã, areia
Morena de Itapoã, morena
Saudade de Itapoã me deixa
Oh vento que faz cantiga nas folhas
No alto dos coqueirais
Oh vento que ondula as águas
Eu nunca tive saudade igual
Me traga boas notícias daquela terra toda manhã
E joga uma flor no colo de uma morena de Itapoã
Coqueiro de Itapoã, coqueiro
Areia de Itapoã, areia
Morena de Itapoã, morena
Saudade de Itapoã me deixa
Me deixa, me deixa..
Ernane GusmãoItapuã
Minha mulher não sabe , mas
...às vezes,vou sòzinho a ItapuãÀs vezes de dia,quando o sol faísca
sobre a espumaAqueles cardumes cintilantes,falsos peixinhos prateados,feitos de luzOutras vezes, de noite.Digo que vou ao plantãoE lá vou eu prá Itapuã A Lua verte sobre as águas,as comportas do seu clarão - e,mansa, passeia à tona,seu manto dourado e morno,tecido de serenidade e paz A brisa vôa,diáfana gaivota,vem beijar-me sem decoroE as pedras bramem ,entre as ondas,como búzios e conchas ressonantesUm canto provocante de sereias. Ouço a magia das fadas,vejo o vento sussurrarVem,poeta,vem comigo,sentir o enlevo do mar A sereia de pedra,da praia de Itapuã A todo mundo graficamente saúda:bem-vindo,wellcome,bienvenuto,soyez bienvenu Mas a mim,
faceiramente me disse:eu não sou de pedra,isso é pura fantasiaE,garanto,me cantou! Desde então eu volto lá –sinto um gozo de adultério,ouço a magia das fadas,vejo o vento sussurrarVem poeta,vem comigo,ter as sereias do mar. Desde então eu volto lá.Minha mulher não sabe...Mas,às vezes,vou sòzinho a Itapuã.
Vinicius De Morais
Passar uma tarde em itapuã
Um velho calção de banho
O dia pra vadiar
Um mar que não tem tamanho
E um arco-íris no ar
Depois na praça Caymmi
Sentir preguiça no corpo
E numa esteira de vime
Beber uma água de coco
É bom
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã
Enquanto o mar inaugura
Um verde novinho em folha
Argumentar com doçura
Com uma cachaça de rolha
E com o olhar esquecido
No encontro de céu e mar
Bem devagar ir sentindo
A terra toda a rodar
É bom
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã
Depois sentir o arrepio
Do vento que a noite traz
E o diz-que-diz-que macio
Que brota dos coqueirais
E nos espaços serenos
Sem ontem nem amanhã
Dormir nos braços morenos
Da lua de Itapuã
É bom
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã
INSTITUIÇÕES DE ITAPUÃ
ASSOCIAÇÃO CRIANÇAS RAÍZES DO ABAETÉ

A Associação Crianças Raízes do Abaeté, acolhe perspectivas de linguagem sócio-histórica que afirmam a dinâmica e cultura do bairro de Itapuã. A principal meta é legitimar aspectos fundamentais a compreensão do lugar, a saber: o espaço-tempo que inauguraram o bairro através da presença indígena e africana, vínculos de sociabilidade através da pesca, referências original do modo de produção coletiva a dimensão ético-estética da capoeira desdobramento da tradição africana.
NATIVOS DE ITAPUÃ

Fundado em 12 de setembro de 1988, com o objetivo de proteger e conservar os pontos
naturais de Itapuã especialmente a Lagoa do Abaeté, que vinha sofrendo várias depredações com a retirada de suas dunas.
MENINOS DE ITAPUÃ

O Grupo Meninos de Itapuã é uma instituição que não tem fins lucrativos.Foi fundada em 11 de março de1999. Surgiu com o objetivo de desenvolver atividades sócio-educativas e culturais com crianças, adolescentes e jovens em desvantagem social da comunidade de Itapuã, tendo ação extensiva aos bairros vizinhos.
componentes
AMANDA DE SOUSA
DANIELE SOUSA
LIDIANE
LEONARDO REIS
MIRIAM LANE
TARCIANE SANTOS
TURNO:MATUTINO
SÉRIE:3º A
PROF: ADEMILDE
A Associação Crianças Raízes do Abaeté, acolhe perspectivas de linguagem sócio-histórica que afirmam a dinâmica e cultura do bairro de Itapuã. A principal meta é legitimar aspectos fundamentais a compreensão do lugar, a saber: o espaço-tempo que inauguraram o bairro através da presença indígena e africana, vínculos de sociabilidade através da pesca, referências original do modo de produção coletiva a dimensão ético-estética da capoeira desdobramento da tradição africana.
NATIVOS DE ITAPUÃ
Fundado em 12 de setembro de 1988, com o objetivo de proteger e conservar os pontos
naturais de Itapuã especialmente a Lagoa do Abaeté, que vinha sofrendo várias depredações com a retirada de suas dunas.
MENINOS DE ITAPUÃ
O Grupo Meninos de Itapuã é uma instituição que não tem fins lucrativos.Foi fundada em 11 de março de1999. Surgiu com o objetivo de desenvolver atividades sócio-educativas e culturais com crianças, adolescentes e jovens em desvantagem social da comunidade de Itapuã, tendo ação extensiva aos bairros vizinhos.
componentes
AMANDA DE SOUSA
DANIELE SOUSA
LIDIANE
LEONARDO REIS
MIRIAM LANE
TARCIANE SANTOS
TURNO:MATUTINO
SÉRIE:3º A
PROF: ADEMILDE
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